Bom Jesus das Selvas: PM prende assaltante e recupera moto roubada

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Suspeito de assalto ” Marcelo”

PM de Bom Jesus das Selva, recuperou uma moto Honda fan 160 tomada de assalto pelo indivíduo que atende pelo nome de Marcelo, o veículo foi roubado do proprietário após receber 2 disparos de arma de fogo, no bairro Nestor as 22:00 horas de ontem(24/03). O veículo foi recuperado horas mais tarde. O proprietário, Cicero Borges de Sousa, foi conduzido pela viatura ao local mais próximo de sua residência. A guarnição de serviço estava composta pelos: Cabo Filho e Sd Virley

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2 thoughts on “Bom Jesus das Selvas: PM prende assaltante e recupera moto roubada

  1. GOSTARIA DE VER PROVIDÊNCIAS DO COMANDO A RESPEITO DO MONTE DE BESTEIRA E LOCUPLETAÇÃO QUE O CAPELÃO “TC” MIZAEL TA FAZENDO NA CAPELANIA DA PMMA

  2. Aumento confirmado, de pms com vários problemas de saúde…

    Agora, a íntegra da pesquisa
    traz números e relatos dramáticos do suicídio de policiais, investigando seus possíveis fatores – diretamente associados a problemas como falta de reconhecimento profissional, maus-tratos e quadros depressivos. Outra queixa frequente é a transferência, para a família, de relações violentas comuns no quartel.
    De acordo com dados citados na pesquisa, cuja fonte é a própria Polícia Militar, de 1995 a 2009 foram notificados 58 casos de suicídio de policiais militares no Rio, mais 36 tentativas de suicídio. Dos 58 óbitos por suicídio de PMs da ativa, três aconteceram em serviço e 55 nos dias de folga. Foram em média três suicídios a cada ano. O número de mortes por suicídio na folga foi 18 vezes maior do que em serviço.
    Leia também: Partidos preparam proposta de referendo para decidir futuro de Dilma e Temer
    A pesquisa alerta, porém, para a subnotificação do problema: “As entrevistas com profissionais de saúde da PMERJ sugerem que muitos dos casos de suicídios consumados e tentativas de suicídio não são informados ao setor responsável por inúmeras razões. Entre elas, estão as questões socioculturais – o tabu em torno do fenômeno; a proteção ao familiar da vítima (a preservação do direito ao seguro de vida) e a existência de preconceito ao policial militar diagnosticado com problemas emocionais e psiquiátricos”, afirma o livro.
    Com base nos dados, os pesquisadores estimaram o risco relativo das mortes por suicídio de PMs (homens e mulheres) em comparação ao da população geral do Estado entre 2000 e 2005. Concluíram que o risco relativo de morte de PMs por suicídio foi quase 4 vezes superior ao da população geral.
    Algozes e vítimas
    A Polícia Militar fluminense tem histórico de ações violentas, com envolvimento de policiais militares com casos emblemáticos como a tortura e morte do pedreiro Amarildo de Souza, em 2013. Pesquisas realizadas ao longo dos últimos anos mostram que PMs do Rio matam muito.
    Segundo estudo do sociólogo Ignacio Cano apresentado no ano passado no 9º Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Rio de Janeiro era, em 2014, o Estado com maior taxa de letalidade na ação policial, ou seja, tinha o maior número de pessoas mortas pela polícia para cada 100 mil habitantes.
    A novidade do trabalho do GEPeSP é justamente mostrar o policial não só como algoz, mas também como alguém em sofrimento psíquico.
    Ao longo do trabalho, os pesquisadores da Uerj e os psicólogos da PM entrevistaram 224 policiais voluntários e investigaram mais 26 casos de suicídio de PMs de 2005 a 2009, conseguindo assim traçar um perfil dos suicidas. Concluíram que o praça (sargento, cabo ou soldado) do sexo masculino, de 31 a 40 anos, é a principal vítima de suicídio.

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