“Vão se os dedos ficam os anéis”, vão se as promessas e ficam os militares chupando os dedos

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Pouco mais de dois anos de promessas que foram feitas aos policiais militares, chegamos em 2016 com as mesmas promessas não cumpridas, ditas ainda em campanha eleitoral no ano de 2014.

A categoria dos policias militares e bombeiros vestiram a camisa e acreditaram nas promessas proferidas. É notório que cerca de 90% dos militares apoiaram e votaram no atual governo, contudo agora parece que a ficha caiu e os sonhos vislumbrados transformaram-se num pesadelo.

Foi prometido o fim do RDE, Lei de Promoção Justa, Carga horária de 40 horas e a PEC 300, todavia as promessas ficaram no passado e hoje os militares continuam como sempre, esperando o cumprimento do que foi prometido.

Criou-se uma comissão especial para tratar dos assuntos dos militares estaduais, no entanto o prazo de validade da mesma foi de 90 dias de vida, sendo que a primeira reunião aconteceu em 75 dias, ou seja, faltando 15 dias para expirar o prazo de validade. Passado mais de 12 meses, o governo ainda não criou nenhum outro decreto reativando a comissão.

O que aconteceu e por que o movimento dos militares sucumbiu-se? As lideranças tentam a todo custo não deixar o movimento morrer e ser sepultado de vez. Para isso, as entidades estão organizando o primeiro encontro de dirigentes de associações militares que acontecerá na cidade de Pindaré Mirim, no próximo dia 12/03.

Conversando com algumas lideranças a ideia é resgatar a chama do movimento e recomeçar novamente as lutas classistas.

Vamos aguardar para vermos se o trem volta  novamente para o trilho.

 

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