CFSD 2001: A 15 Anos fazendo a Segurança da Sociedade Maranhense


Recordar é viver

O referido texto foi escrito em 05/02/2014, e com algumas alterações em 2016. Pela graça de Deus não tivemos nenhuma baixa na turma do CFSD do 3º BPM em Imperatriz no ano de 2015. O último companheiro tombado foi o Sd Idelfonso em 2014.

Isso é um pouco de minha história no CFSD em 2001 na cidade de Imperatriz com os companheiro da região tocantina. Mas dedico a todos os barras 2001 do Maranhão.

1º Pelotão-2001(Imperatriz)

Estamos em Imperatriz, precisamente no dia 05/02/2001, no pátio do 3º BPM(Batalhão da Polícia Militar). Chegamos por volta das 07:00 hs, horário da apresentação dos futuros alunos soldados da PMMA. Para mim, não foi à primeira vez que fazia um curso de formação de soldado, na década de 90, nos idos de 1998, fazia o CFSD (Curso de Formação de Soldados) na PM do Tocantins.

Minha vocação pelo militarismo começou bem cedo, no verão de 1988, quando na época meu irmão de sangue, Ebnesio, hoje Sargento do Corpo de Bombeiros do Maranhão, serviu o 50º BIS(Batalhão de Infantaria de Selva). Foi lá no exército que comecei a gostar do militarismo. Acredito que minha geração, o grande sonho era servir as Forças armadas. Todavia a decepção chegou em 1993, quando fiquei no excesso de contingente. Poucas pessoas sabem, mas chorei profundamente por ver o meu sonho escorrer no ralo.

Contudo, vislumbrei uma chance na PM do Maranhão. Estava terminando o ensino médio em 1994, o Concurso da PM abriria naquele ano, contudo não havia concluído ainda o ano escolar e não foi possível fazer o referido concurso. Fiquei aguardando o concurso ansioso da PM do Maranhão. A idade já avançava, por que na época para ingressar na Polícia Militar o candidato tinha que ter 25 anos no máximo, atualmente essa idade é 28 com projetos para 30 anos a data limite.

No ano de 1998, abriu concurso da PM do Tocantins, não tive outra opção a não ser fazê-lo. Meu medo era de não conseguir ser militar. Em fevereiro de 1998, realizamos o CFSD em Palmas.

Aguardamos durante 3 anos até o governo do Estado abrir o concurso da PMMA em 2000, depois de quase 6 anos de espera. Vejo hoje a luta dos excedentes e minha dedicação aos jovens é justamente por que senti na pele o que eles atualmente tem passado nessa expectativa e perspectiva de ingressar na Corporação. Todavia, não havia desistido de voltar ao Maranhão minha Terra natal.

CFAP 1998-Palmas-TO

Nós já havíamos experimentado um curso de formação, sabíamos os velhos macetes de um curso militar, não tive muita dificuldade na adaptação no Maranhão.

Nosso curso era composto de 80 alunos: 60 da cidade de Imperatriz e 20 de Açailândia. Fomos divididos em 2 pelotões A e B. Eu fiquei no A.

Lembranças boas do CFAP

O início na vida militar é cheio de curiosidades, expectativas, dúvidas e medo de certa forma, principalmente quando alguns militares mais antigos que passaram pelo mesmo processo tentavam aplicar o velho e conhecido trote, que no mundo militar é conhecido como “rala”.

1º Pelotão – Instrução com o Ten BM Wilne, hoje Tenente Coronel Comandante do 3º BBM em Imperatriz

Coisa engraçado é aluno militar em seu primeiro dia de curso, parece uma criança indo para seu primeiro dia de aula no maternal.

Darlan, Reginaldo, Ebnilson e Alexandro(esquerda p/direita)

A turma de 2001 foi bem eclética na formação, pois nesta tinha vários companheiros militares advindos de outras forças. Tinha ex – militares das Polícias do Pará (Sd Ribeiro, já falecido), Pernambuco (Sd Alexandro), São Paulo (Sd Charles), Tocantins(eu e sd Mesquita que fomos também contemporâneo da mesma turma do CFAP em 1998 em Palmas), militares do exército (50º BIS) em Imperatriz, Sgt Nogueira(Idelfonso-falecido), Cb Cleudes Felix, Sd,s Reginaldo, Wilke e ainda tinha alguns reservistas, o saudoso Sd,s R.Lima (morto em combate), Lucas e Vieira(Ex-Tenente Temporário do exército).

As primeiras horas serviam para fazer um reconhecimento dos futuros companheiros de curso. Todo mundo magrinho parecendo um graveto, tinha alguns mais fortes, porém a grande maioria era só o talo.

Pelotão de faxina- 1ºPelotão(primeiro sou eu)

Fomos para o auditório e lá começaram os primeiros contatos. Como aluno não tem mesmo o que inventar, surgiu às primeiras loucuras de aluno. O Al Sd Leonilde, hoje advogado, levantou-se para falar da festa de formatura, vê se pode uma coisa dessa. O curso nem tinha se iniciado direito e o aluno já falava em festa de formatura. Aquelas palavras não soaram bem nos meus ouvidos, mesmo por que essa empolgação já havia passado em 1998 no CFAP da PM-To. Levantei-me e falei algumas palavras no sentido que estava muito cedo ainda para planejar festa de formatura, não foram essas as palavras, mas foram nesse rumo.

Formatura 2001(Ebnilson)

Essas foram algumas das lembranças desse dia que marcou a vida de cada PM em 2001 na cidade de Imperatriz e acredito que em todo Estado as histórias foram semelhantes.

De lá para cá, muitos foram os acontecimentos, decepções, alegrias, realizações, tristezas e a perda de vários irmãos que tombaram em combate. Essa é a parte mais dolorosa que já vivemos.

Muitos amigos, irmãos e companheiros de farda partiram para eternidade. Vamos relembra alguns casos:

Sd R.Lima

Numa noite fatídica perdemos o irmão R.Lima. O companheiro foi um ex – militar do exercito(50 Bis), serviu por volta de 1995 ou 1996 em Imperatriz. Seu destino e sua vida foi ceifada logo cedo, em meados de 2002.

Houve uma ocorrência no matadouro municipal de Imperatriz. A guarnição composta pelo Sd Jânio e Sd R.Lima, foi informada de um assalto. A viatura desloucou-se até o local. O matadouro ficava na estrada do arroz, uma importante e antiga rua de grande movimentação. A guarnição recebeu a informação do COPOM(Central de Operações da PM), fez uma blitz e começou a fazer abordagem nos carros com as características dos assaltantes.

Lembrando que a estrada do arroz na época era uma vicinal de piçarra e sem iluminação. Não sei como se encontra hoje. Os militares começaram a abordar veículos, porém a desgraça aconteceu naquele dia. O facínora trocou de carro e veio com as vítimas em outro veículo, salvo não estou enganado foi uma pampa.

O soldado R.Lima, pediu parada para o veículo, pois aquele não era o informado pela central de rádio. Contudo o assaltante, havia trocado de carro e fez de refém o motorista de uma pampa. Quando, R.Lima aproximou-se para pedir informação, foi o fatídico.

De dentro do veiculo o assaltante, atirou no nosso companheiro que o atingiu no no pescoço, foi fatal. O Sd Janio revidou mas já era tarde, só deu tempo de levar o amigo até o hospital municipal. O Sd R.Lima, estava com o colete balístico, mas não adiantou, pois foi atingido no pescoço. Ele era um militar bastante exemplar e com uma conduta fora de sério, esse comportamento vinha do exército. Perdemos o nosso primeiro irmão.

Sd Jeová

Alunos- Roniere, Ebnilson e Jeová(Esquerda p/direita)

O piauiense Wellington Jeová foi um grande amigo. Era meu vizinho de cadeira no 1º pelotão. Desde o curso, ele apresentava alguns problemas, era muito brincalhão e tinhas algumas atitudes fora do normal. Porém numa noite em Brejão-Ma no ano de 2003, cidade alguns quilômetros de Imperatriz, na presença do companheiro e grande amigo Sd Matison, pegou uma arma e se suicidou. Segundo alguns militares, falaram que ele dizia que estava sendo perseguido por superiores hierárquicos, dividas e acreditamos também que bebidas. Jeová bebia de forma desmedida, quantas e quantas vezes ele ia para o serviço totalmente embriagado. Talvez esses problemas o levaram a cometer o suicido. Mas foi um grande amigo de curso. Também conversando com outro grande amigo do mesmo pelotão e da mesma cidade de Jeova, o Soldado Lustosa, que o encontramos aqui em São Luís, nos disse que ele, gostava muito de brincar de roleta russa, uma espécie de brincadeira suicida, no qual se coloca uma única munição no tambor e gira, onde cair o gatilho é detonado. Isso é só uma hipótese, que jamais saberemos ao certo. Se ele realmente queria se matar ou estava com mais uma brincadeira. Perdemos o segundo irmão.

Sd Ribeiro

O Sd Ribeiro fazia parte também do 1º Pel. Ele tinha sido militar do exercito e PM do Pará. Era um piadista sem graça. Se queríamos sorrir chamava o Ribeiro para contar uma piadinha sem graça, mas nós sorriamos justamente por que a piada era sem graça mesmo. Ele foi um policial exemplar, polido, caxias e bom de serviço. Contudo na fatídica noite de 2005, na festa do governador eleito Jackson Lago a tragédia aconteceu com nosso amigo. Nesse mesmo dia foi à festa do Jackson Lago em comemoração sua vitória. Tudo estava indo bem, quando recebemos a informação que no bairro Parque Alvorada, havia tido um tiroteio e por lá duas pessoas mortas, até ai tudo bem. Não sabíamos que entre os mortos estava um companheiro nosso. Mas não demorou muito a notícia chegou, dando conta que o Sd Ribeiro tinha sido assassinado de forma violenta naquele bairro. Foi uma morte trágica e muito comovente pela crueldade e violência como o militar foi morto. Havíamos perdido o terceiro irmão.

SD Veloso

O Sd Veloso pertencia ao 2ª Pel. Ele era uma pessoa bastante alegre e brincalhona. Mas um dos fatos que se tornou cômico foi um dia que ele foi fazer uma palestra. No curso foi determinado pelo comandante da Cia. de aluno que todos os dias na parada matinal os alunos deveriam está pronto para fazer uma pequena exposição de um tema qualquer. O objetivo era fazer com que os alunos desenvolvessem um pouco a oratória. Um belo dia, nos idos de 2001 no CFSD em Imperatriz, o escolhido foi o Veloso. O aspirante na época percebeu que ele estava alterado, ou seja, seu fardamento, meias e sua aparência não condiziam com os ditames do curso. O pobre Veloso foi para frente fazer sua preleção. O tema que ele escolheu foi muito engraçado. Ele falou de uma peste. Foi desenvolvendo uma espécie de poema com a peste. Eu achava que ele ia ficar agarrado, termo para designar uma punição, mas passou batido. O aspirante queria só sacanear com ele, todavia se saiu bem, nesse dia ele estava com uma ressaca terrível, dava para perceber.

Numa trágica noite em 2012, foi assassinado por uma pessoa no Estado do Tocantins. Ele havia recebido a notícia que outro policial havia sido assassinado no Estado do Tocantins. A cidade de Imperatriz faz fronteira com a região norte do Tocantins, separada pelo rio de mesmo nome. Em uma dessas cidades próxima perdemos dois irmão na mesma noite, Veloso (2001) e Gleison(2007). Primeiramente Gleison, estava num banho Pedra Branca em Sitio Novo-To, houve uma briga entre ele e outro elemento. Na vinda para casa ele foi emboscado e veio a óbito. Veloso sabendo da notícia atravessou o Rio Tocantins e foi a procura do homicida. Só que ele foi numa casa, que segundo se noticiaram pelos jornais locais, foi na casa errada. De dentro da casa o cidadão atirou com uma espingarda calibre 12. O tiro atravessou a porta e atingiu em cheio o militar que faleceu. Perdemos o quarto irmão.

Sd Azzi

Azzi e seu filho(foto do face de Jane Azzi)

O Azzi de todos os já citados foi o que tive um maior contato e uma boa amizade. Ele desde o curso era espoletado, ou seja, esquentado. Valente mais do que siri. Tivemos uma boa amizade. Ele se reformou muito cedo, logo depois do curso, por problemas que não vamos falar aqui. Muitas foram às oportunidades que trabalhamos juntos. Ele me respeitava muito, por que sempre tive uma boa amizade com ele. Lembro-me muito bem que na época que fui candidato ao cargo de presidente da associação de cabos e soldados de Imperatriz ele foi especialmente na associação votar em mim. Perdemos o nosso quinto irmão no ano de 2013, vítima de violência. Que com certeza deixou muitas saudades para todos nós.

No fundo Ebnilson(óculos) e AZZI de braços cruzados

Sd Idelfonso

CFSD 2001 3º BPM (Arquivo Pessoal), o que está marcado é o Idelfonso

Perdemos um amigo de longas datas, o Soldado Idelfonso na quinta-feira do dia (12/04/2014). A notícia nos foi repassada por um parente nosso, no momento estava no serviço, quando fui informado do ocorrido. Então não quis acreditar que tinha perdido o sexto irmão de farda e um amigo de verdade. Todavia, infelizmente a notícia era verdadeira e quando vi as imagens pela internet do amigo tombado deixou-me consternado e com um grande aperto no coração, pois sabíamos que o irmão foi-se embora para sempre.

Idelfonso, o conhecemos no CFSD (Curso de Formação de Soldado) 2001 em Imperatriz no 3º BPM (Batalhão de Polícia Militar).

Sd Idelfonso

No grupo do 50º BIS (Batalhão de Infantaria e Selva) estava Idelfonso que era Sargento temporário do Exército brasileiro (EB), o seu nome de guerra era Nogueira. Essa turma do EB vinha totalmente preparada nos macetes da caserna e principalmente no preparo físico, quem serve o Batalhão de Selva sabe que por lá o condicionamento físico é bastante exercitado.

Ele vinha com todo gás, um dos meus irmãos (Edmilson) havia servido na época dele no EB. Ele sempre dizia que o Sgt Nogueira era caxias e recruta ele não perdoava, botava para ralar e sugava até a alma.

Geralmente os sargentos temporários no 50 BIS, tomam de conta desses conscritos e recrutas recém chegados ao batalhão.

Inclusive um dos alunos da turma do EB, foi seu recruta no tempo de exército, não me recordo quem teria sido, acredito que foi o Sd Lucas. Dizia-se que ele o fez comer uma cabeça de passarinho crua. Isso se espalhou rapidamente no nosso meio e foi bastante engraçado, haja vista que o mundo dá muitas voltas e os dois se encontrava no mesmo ambiente comungando da mesma situação. Só que Lucas era mais antigo, mas os fatos ficaram tão somente na brincadeira.

Idelfonso tinha uma estatura pequena, falava meio com os dentes cerrados, inteligente, crítico e com uma boa visão e perspectiva de futuro. No seu interior era uma grande pessoa. Os tempos de EB ficaram incrustados na sua conduta, moral e comportamento. Ele tinha uma vida exemplar e foi um bom policial militar, pois trazia os ensinamentos da caserna advinda do Exército.

Lembro-me bem, assim que se iniciou o CFSD, a sua fama espalhou-se no alunado e também no comando do batalhão que na época o comandante era o Cel. Melo, e o Sub-Comandante o capitão Pereira(hoje Coronel QOPM Comandante Geral da PMMA).

Espalhou-se como pólvora a notícia que Idelfonso havia dito entre militares antigos, algo como o curso estivesse fraco ou coisa semelhante. Assim que chegou ao conhecimento do Capitão Pereira, a coisa fedeu de imediato, o oficial chamou os ex-militares do exercito e alunos da PM em sua sala e deu aquela velha e inesquecível pressão. Resultado, todos foram penalizados. Em pleno pátio do Batalhão fomos pagar o velho e bom rala, os termos pagar e rala designam na caserna militar algo parecido com uma prenda, só que de maneira mais rigorosa. Todos os alunos pagaram em posição de flexão a “garota nacional”, uma espécie de flexão de braços, porém com os cotovelos no chão e as mãos no queixo. Eu como já maceteado de um outro curso na PM do Tocantins, fiz o exercício nas manhas sem colocar direito os cotovelos no chão. Curso militar qualquer que seja você tem que ser safo e esperto para não ralar ou bisonhar, caso contrário os “voadores” vão sofrer como sovaco de aleijado.

Bem, voltando a situação da inesquecível “garota nacional”, alguns alunos paisanos de natureza não aguentaram a pressão e foram reclamar para o comandante do Batalhão, que de imediato afastou o oficial de qualquer instrução com os alunos. Essas coisas de curso ficam marcadas para sempre em nossas mentes e são boas lembranças.

Idelfonso, no curso sempre foi dedicado, ele sentava-se na frente típico de alunos estudiosos. Ele era muito dedicado nos estudos e não foi à toa que ele ficou entre os primeiros lugares do CFSD 2001.

Ele foi um grande amigo, tivemos por diversas vezes conversando enquanto servíamos ainda em Imperatriz. Não me recordo se alguma vez trabalhamos juntos, creio que não. Sempre fui policial e posto fixo, a operacionalidade quem me conhece nunca foi meu forte. Já ele, sempre foi operacional e bom de serviço, as vezes elétrico e muito afoito.

Na vida militar ele foi alvejado nas costelas em operação policial, no qual resultou um afastamento total do serviço, chegando quase a se reformar. Mas retornou novamente para o serviço, até onde sei, ele já não era mais o mesmo, devido aos problemas de saúde.

Ele foi assassinado covardemente pelo seu ex-cunhado.

Soldado Francinaldo  CFAP-São Luís 

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Foi assassinato na noite do dia 10 de novembro de 2013. Francinaldo Sousa Pereira, morreu ao 41 anos de idade. Ele foi executado em serviço no bairro Vila Nova em São Luís. Bandidos chegaram e metralharam o trailer no qual o companheiro se encontrava.

Soldado Eudoxio/Maceddo CFSD 2º BPM-Caxias 

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O soldado Macedo fez o CFSD no 2º BPM em Caxias. Ele tava fazendo o TAF(Teste de Aptidão física) para ingressar no curso do CATE, infelizmente teve problemas na corrida chegando a desmaiar,  depois de um tempo internado em UTI veio a óbito.

As historias desses guerreiros foram contadas para que não esquecermos que eles fizeram também parte um dia da turma de 2001 do Maranhão. Não estão mais conosco, foram-se para sempre. Mas suas histórias e lembranças ficaram gravados em nossas memorias. Fizeram a viagem eterna, não tiveram a alegria de estarem conosco comemorando mais essa data de aniversário de nossa inclusão. Os seus legados ficaram em nossas memorias e aos que tiveram a oportunidade de estarem comemorando esse dia nunca os esquecerão.

A vida e o tempo passam. Estamos mais velhos, muitos barrigudos, gordos etc. Outros saíram da corporação. Todavia onde quer que estejam aqueles que se formaram no ano de 2001 deixaram suas marcas na PMMA.

O CFSD 2001 foi uma turma da nova geração. Foi a partir dessa leva de militares que houve uma grande inserção de militares com nível superior. Os 2001, hoje muitos já são oficias da PM/BM, cabos e Sargentos e uma pequena parte ainda são soldados.

Essa data representa o elo de mudanças e quebras dos velhos paradigmas na Polícia Militar do Maranhão.

Esses homens valorosos que durante 15 anos deram suas vidas em prol da defesa da sociedade do Maranhão. É nesse dia com a graça de Deus que estamos vivos para congratularmos o nosso aniversário juntos com todos os irmãos 2001.

Encerramos e dedicamos esse dia a todos os policiais militares 2001. Que Deus possa nos permitir muitos e muitos 15 anos. Que venham os 16 anos em 2017.

Sgt Ebnilson CFSD 2001(Imperatriz)

Fotos do CFSD 2001 do 2º BPM Caxias 

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6 thoughts on “CFSD 2001: A 15 Anos fazendo a Segurança da Sociedade Maranhense

  1. Muito orgulho de ser seu amigo e pertencer essa barra que mudou conceitos e não diferente das outras barras de CFSD, deu o sangue, suor e lágrimas por uma instituição e por uma sociedade que ainda não se deu conta do nosso valor.

  2. Estamos de parabéns….estamos contribuindo para melhorar a nossa Polícia.
    Bateu a emoção ao ler as postagens, relembrando dos colegas que Deus já levou.
    Boas lembranças do CFAP-São Luis.

  3. PARABÉNS EBNILSON PELA LEMBRANÇAS DESSES VALOROSOS POLICIAS/2001, QUE CUMPRIRAM SUAS MISSÕES AQUI NA TERRA, ME RECORDO COM MUITA TRISTEZA DO NOSSO AMIGO SD R. LIMA QUE FOI VITIMA DE CRIMINOSOS NA ESTRADA DO ARROZ.

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