Ultimato: Militares deram 15 dias para o governo cumprir o acordo, caso contrário a categoria ameaça fazer greve

greve-a-vista

Nesta manhã (02/12), a exatos 4 anos da primeira greve da PM/BM, os militares reuniram-se na Assembleia Legislativa para cobrarem do governo o cumprimento do acordo assinado no dia 30 de abril deste ano. A reunião foi convocada pelo deputado Cabo Campos.

O que se viu foi um clima de insatisfação por parte dos militares com o atual governo.

A reunião aconteceu de forma oficial pela Comissão de Segurança Pública da Assembleia com a presença dos seguintes parlamentares: Deputados Cabos Campos, presidente; Junior Verde, vice presidente; Raimundo Cutrim, Sousa Neto e Welington do Curso. Também estiveram presentes diversas lideranças da capital e interior: Sgt Ebnilson e Lindon (ASPRA-São Luís), Sd Leite(ASPOM-Timon), SGT R.Barros(Bombeiros do Sul do Maranhão), SGT BM Mendonça(Caxias), SGT Andrade(Pinheiro), Cb Edivaldo(Pindaré), Sd Tito(UMI-São Luís), SGT Eliezio(Barra do Corda), CB Alencar(Inativos-São Luís), Sgt Adelino(Imperatriz), Cb Bandeira e Sd Diego(Associação de Bacabal), Sgt Agnaldo(Associação das esposas), Sd R/R Joabe e Sgt R/R Joãozinho Freitas lideranças políticas de São Luís.

Com discursos inflamados, os militares explanaram as situações que vem ocorrendo no âmbito da Polícia Militar: Perseguições e transferências. Os parlamentares iniciaram as falas.

Cabo Campos informou que a um mês encaminhou documento oficial da Comissão de Segurança da Assemblia, solicitando explicações do comando da PM sobre as transferências, contudo não obteve resposta até o momento.

O parlamentar foi bem categórico e se colocou a disposição da tropa: “Qualquer que seja a decisão podem contar comigo”, disse o parlamentar militar.

O deputado Sousa Neto, confirmou novamente que os militares terão seu apoio irrestrito e disse que também está sendo perseguido pelo governo.

Já o deputado Junior Verde e o Welington do Curso ficaram preocupados com a situação que se encontra as lideranças militares.

Algumas deliberações foram encaminhada pela Comissão de Segurança entre elas a que se segue:

1) Convite ao Secretário de Segurança, Comandante Geral da PM, Secretário Márcio Jerry e outros membros do governo para comparecerem na próxima quarta-feira(09/12), na Assembleia Legislativa para tratarem do acordo e das perseguições sofrida pelas lideranças militares;

Também o deputado Cabo Campos, informou que estará apresentando uma emenda ao orçamento para o cumprimento do acordo atinente a antecipação salarial.

O Clima esquentou e os militares já falaram em greve caso o acordo não seja cumprido.

As lideranças deram até o dia 23/12, para um posicionamento do governo com relação ao acordo, contudo após a reunião, as lideranças anteciparam o prazo para o dia 16/12, devido ao recesso parlamentar.

Por tanto dia 16 de dezembro é o dia que os militares deram ao governo para cumprir o acordo. Nas redes sócias os militares já falam em greve e a expectativa é grande.

O blog na próximas matérias vai explorar um pouco mais os bastidores da reunião.

Por enquanto ficamos aqui.

2 thoughts on “Ultimato: Militares deram 15 dias para o governo cumprir o acordo, caso contrário a categoria ameaça fazer greve

  1. Reinvindicar, lutar de forma organizada e coerente pelos anseios da tropa é sempre justo e plausível.
    Todavia, devemos observar algumas situações anteriores.
    No 1° movimento deixou-se de ter um ganho salarial significativo, pq na hora das negociações, optou-se por priorizar o PERDÃO AO SOLDADO LEITE.
    No 2° movimento a mesma situação, e aí culminou na eleição do Cabo Campos.
    Agora se ensaia um 3° movimento, e a intenção com certeza é a de TORNAR SEM EFEITO A TRANSFERÊNCIA DO SOLDADO LEITE, aí senhores está pesando o interesse individual em detrimento da Classe Policial Militar.
    O que temos que fazer primeiramente é nos unirmos, sermos coesos, somos todos POLICIAIS MILITARES, independente de Oficial ou Praça, cada um tem sua representatividade e importância dentro da instituição, deixemos de lado essa cultura de revanchismo.
    Segundo ponto, precisamos de lideranças que LUTEM VERDADEIRAMENTE pela Classe Policial Militar, e não que pensem nos seus interesses individuais e políticos.
    Finalizo dizendo, Abramos os olhos, não sejamos mais uma vez utilizados como MASSA DE MANOBRA.

  2. Denúncia grave!!!

    Na comissão e segurança pública, da assembléia, foi denunciado o constrangimento q o dep cb. Campos passou no cmt geral.

    O mesmo ficou mais 03 horas de chá de cadeira para falar com alguém responsável pela morte do pm na cadeia do manelão, por calazar… Pq o canil e a cavalaria fica do lado de presídio.

    Até agora… !!!!???? Ninguém foi responsabilizado.
    Talvez o culpado seja o cachorro q tinha calazar.

    Mas pior ñ foi falado… Será q vão falar no momento certo???
    Hanseníases no interior.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *