Greve da PM/BM do Piauí: Capitão Marcelo Anderson afirma que Polícia Militar do Piauí está parada

Capitão Anderson afirma que a paralisação é por tempo indeterminado(Imagem:Thais Guimarães/GP1)

Capitão Anderson afirma que a paralisação é por tempo indeterminado(foto:http://www.gp1.com.br)

Segundo o militar, em Teresina, das 81 viaturas distribuídas nos batalhões, apenas 10% ainda estão circulando, número que pode diminuir.

Foram registrados 14 homicídios no estado do Piauí nas últimas 48 horas, após o início da ação Polícia Legal, iniciativa das Associações Unidas dos Policiais e Bombeiros Militares do Piauí, que faz parte do movimento “Juntos Somos Mais Fortes”, deflagrado no dia 13 de novembro, e foi dividido em etapas. O objetivo maior é pressionar o Governo na reivindicação de direitos trabalhistas.

A primeira fase foi a Tolerância Zero, onde os policiais militares potencializaram as ações de prevenção e repressão de crimes, não tolerando qualquer tipo de impedimento ou desvio para a persecução criminal, a fim de pressionar o sistema de segurança pública, que, segundo a categoria, não possui estrutura para atender as demandas. A segunda etapa, Polícia Legal, deflagrada no último sábado (28), é mais severa, tirando de circulação todos os policiais militares, que ficam aquartelados nos batalhões, sem atender qualquer solicitação.

O Capitão Marcelo Anderson, à frente do movimento “Juntos Somos Mais Fortes”, concedeu entrevista ao GP1, onde garante que a ação Polícia Legal é baseada na legalidade. Ele afirma que o Governo não vem garantindo o aparato para execução lícita do trabalho de policiamento e que não estaria fornecendo equipamentos suficientes e de boa qualidade, além das viaturas dos batalhões estarem em péssimas condições de circulação, com documentos atrasados.

Fonte: http://www.gp1.com.br

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *