Caça as bruxas: Líder de associação é transferido na capital

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Sgt Agnaldo, diretor de comunicação da Associação das esposas

Outra transferência de liderança militar aconteceu na PMMA. Dessa vez a movimentação foi do Sargento Agnaldo, diretor de comunicação da associação das esposas com sede na capital.

O militar tem nos últimos dias usado as rádios da capital e as redes sociais para denunciar os abusos cometidos contra os policiais militares. Devido sua postura e critica a hierarquia militar ele sofreu as sanções administrativas conforme a portaria abaixo.

sgr agnaldo

O sargento foi transferido de sua Unidade Militar, ele atualmente trabalhava na Guarda do Palácio dos Leões e foi deslocado para a USC(Unidade de Segurança Comunitária) do Coroadinho, um dos locais mais violento de São Luís.

Numa prazo de uma semana já aconteceram três transferências de líderes militares. A tendencia é que outras lideranças sejam expurgada de suas Unidades.

Espera-se do governo do Estado que possa rever essa situação, pois esses mesmos que foram transferidos pediram votos e vestiram a camisa deste governo. Será que essa é a mudança tão falada?

 

10 thoughts on “Caça as bruxas: Líder de associação é transferido na capital

  1. Rapaz para atingir esse pessoal que estão transferindo amigos praças para outras unidades
    Basta fazer compri a lei ou fazer o que outros estados fazem
    Corpo mole
    Ou seja, não tem estrutura a secretaria de segurança
    E O governador
    Então só trabalho se tive estrutura e dentro da lei e pronto
    Deixa a merda roda
    Que vão sabe o resultado que vai da
    Basta trabalha dentro da lei e só vai em uma ocorrência se estive com total estrutura.
    Não faça trabalho de Polícia Civil Não faça trabalho de Bombeiros
    Não faça trabalho de conselho tutelar
    Não faça trabalho de PRF e né m de PF.
    Faça só o básico faça só trabalho de uma POLICIAL MILITAR faça o que a constituinte manda e condigo penal
    Resto larga de mão
    Se não vão se dá mal coma justiça

  2. Cuidado, cuidado…

    Ñ fale e nem olhe para o Deputado Sousa Neto.

    Cel Sá, falou com o Deputado, No outro dia estava exonerado.

    Sd Leite e outros pms falaram com esse Deputado. No outro dia estavam tranferidos!!!

  3. Jorge,
    Infelizmente princípios constitucionais de defesa de direitos, ainda não fazem parte da rotina da PMMA, o nosso Coronelato, se apega à um discurso de “hierarquia e disciplina ” aplicando medidas deturpadas do real conceito dos termos. O respeito à dignidade da pessoal humana, nos corredores dos quartéis, vivem sob a constante ameaça de sua negativa, pois os caprichos dos comandantes via de regra tem como objeto de prazer a desvalorização ou menosprezo aos seus comandados.
    O Senhor Flavio Dino, vê hoje por meio da manutenção de práticas de abusos de poder e assédio moral contra os militares de baixa patente, o distanciamento das teorias democráticas e humanizadoras, outrora defendidas e até mesmo vendida como promessa de campanha.
    Inegável vê que a Práxis administrativa do Senhor Coronel Alves, tem em seus atos administrativos o distanciamento do conceito de Administração Pública, vale lembrar que nesta última A hierarquia e a disciplina, são princípios legais, porém não obstante à Moralidade, Legalidade, impessoalidade entre tantos outros. Ocorre que nosso oficialato há muito confunde conceitos de subordinação hierárquica , com submissão.
    Por fim, ficou claro, durante a formatura geral ocorrida na manhã de hoje No QCG, no pronunciamento do referido oficial que dias piores virão, pois o mesmo vendeu a idéia que seus abusos é, foram e serão avalizar os pelo governo, pois em TOM de ameaça disse: que as transferências continuarão à ocorrer, e que longe de razões legais que as respaldem, o principal fator motivador serão uma postura revanchismo contra aqueles que outrora ousaram levantar vozes para além dos muros dos quartéis.

    RESPONDER.
    Sd Paulo Cutrim /14

  4. Verdade, mas o comandante geral parece que esqueceu do direito administrativo. O ato administrativo, seja qualquer deles, incluindo aí a remoção de militares, tem seus pressupostos. Um deles é a finalidade, que em sentido amplo é o interesse público. Quando o já citado comandante , remove o militar com interesse de revanchismo,ou pessoal, como nesses casos é flagrante, ele feriu a finalidade do ato administrativo. Sendo essa finalidade também um princípio constitucional e administrativo, o judiciário , por meio de ação mandamental anular a remoção. ÔÔÔÔÔ comandante mal assessorado. E mal intencionado.

  5. Será que nunca teremos um comandante geral inteligente. Quando eu digo inteligente, quero dizer um bom gestor. Será que só se pode gerir a polícia se for perseguindo. Seja inteligente comandante: marque reunião bimestrais com as associações; analise as pautas ;coloque as dificuldades da corporação: leve para os secretários as demandas da categoria e receba a todos. Precisa se abrir mais comandante. Esse discurso que o governador e secretário lhe apóia não se sustenta. Quando os policiais começarem a fazer corpo mole na rua, a criminalidade aumentar, a imprensa cair em cima e o secretário e o governo perceberem que a tropa não confia mais no comandante geral,adivinha comandante o que vai acontecer: num vão lhe dá nem obrigado.

  6. Realmente isso dificilmente mudará! Com todo respeito aos demais, mais a unica forma de mudar o sistema é colocar um praça no comando, pois até hoje está mais do que comprovado que SÂO os unicos com coragem suficiente. Duvido um oficial fazer frente a uma reivindicação, protesto, etc.

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