Sonho diluído: Fim da Comissão especial do governo e a omissão das associações militares

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O blog obteve a informação que a Comissão Especial criada pelo governo do Estado, chegou ao seu fim. Os trabalhos finalizaram sem contudo se chegar algum benéfico para categoria. De fato a comissão não cumpriu sua missão para o fim ao qual foi destinada.

A Comissão foi criada através do decreto Nº 30.617/2015, no dia da posse do governador Flávio Dino. O decreto governamental tinha como finalidade a elaboração de proposta visando à revisão das regras de ingresso, lotação, transferência e promoção. A comissão limitou-se somente a duas reuniões e nada mais. O decreto tinha vida útil de 90 dias, sendo que a comissão teve sua primeira reunião após 75 dias. A segunda reunião já aconteceu com a comissão com seu prazo vencido.

Primeira reunião na comissão especial Veja aqui

Trocando em miúdo e sem muita delonga, a Comissão não cumpriu suas finalidades e nem tão pouco os trabalhos foram concluídos, ou seja, os militares ficaram marcando passo novamente.

Para não ser injusto, somente a lei de ingresso ficou pronta e foi entregue ao governo, todavia a comissão nunca recebeu um retorno do executivo. Os demais temas ficaram somente restrito a comissão que foi aos poucos perdendo o sentido e se esvaziando de seus membros. A comissão era formada por 9 membros conforme o decreto. No final das contas apenas 3 membros reuniam-se constantemente a saber: Os dois representantes da Secretaria de Segurança e o representante dos bombeiros. Os demais membros não sei que por qual cargas d’água nunca participavam das reuniões. O blog deixa claro, que as reuniões no qual estamos nos referindo foram aquelas realizadas do QCG da PMMA de forma oficiosas, somente com os integrantes militares. Pois, como já falamos a reunião oficial com todos os membros só foram duas. Esses encontros oficiosos destinava-se para alinhar os discursos e proposituras dos interesses dos oficias e dos praças.

O blog chama atenção e cobras as associações militares que deixaram o barco naufragar e não tiveram uma postura de cobrança perante a comissão especial. Infelizmente por mais uma vez o silencio dominou as entidades e ficou por isso mesmo. Lamentável.

Cadê as associações que se alto intitulam os representantes legítimos e defensores dos militares? Onde estão os vanguardistas? Por que estão em silencio e calados? O que está acontecendo?

O blog vai continuar fazendo o que sempre fez, cobrar das lideranças para que elas saiam dessa apatia e desse sono profundo.

O blog vai falar como aconteceu o racha e os bastidores da comissão criada para melhorar a vida dos militares, contudo por mais uma vez o ego, vaidade e sei lá mais o que prevaleceram e colocaram tudo a perder.

10 thoughts on “Sonho diluído: Fim da Comissão especial do governo e a omissão das associações militares

    1. Ferreira,sua compreensão do fenômeno político é desalentadora…Quem deve empreender a luta pela mudança da vida do trabalhador é o próprio trabalhador.Um parlamentar é muito importante,é verdade,mas ele não é o principal condutor das nossas lutas ele é mais um instrumento nessa luta e,diga se de passagem,um instrumento que está do nosso lado. No entanto,é o trabalhador que deve ir pra rua,pro embate para transformar sua própria realidade.

  1. Não é proibido sonhar!Na minha convicção o melhor caminho é a luta pela desmilitarização das PMs em todo o Brasil, pois, todos ganhariam com essa proposta.

    1. Caro Silva Lima, o seu comentário é ofensivo e cita nomes, o blog não publica esses tipos de comentários. Não insista, faça sua crítica sem contudo citar nomes. São as regras do blog.

    2. Criticas podem ser feitas não há restrição, todavia comentários caluniosos, difamatórios e injuriosos não publicamos. No seu caso além de citar nomes está enquadrado nesses figuras tipicas.

  2. Há um ditado popular que diz: “se você não quiser que um problema seja solucionado nomeie uma comissão”. Os anseios dos trabalhadores militares do Maranhão podem, perfeitamente, se houver boa vontade, ser resolvidos com uma medida provisória ou decreto do Governo Estadual. A propósito, tem outro ditado popular que diz: ” Quando se quer resolver um problema dar-se um jeito para resolvê-lo, quando não há interesse inventa-se um monte de desculpas ou silencia-se a respeito”.

    TC BM ALVES

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